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AÇÃO CULTURAL

Com meio milhão, Revoada Cultural ocupa o coração da Capital de MS

No line-up, a curadoria da Revoada anunciou que vai propor a convivência orgânica entre o samba, o rock, a rima do hip hop e até o sertanejo

25 ABR 2026 • POR TERO QUEIROZ • 11h30
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Rua 14 de Julho ocupada pelo público em Campo Grande (MS). Foto: Tero Queiroz
Das 12h à meia-noite dos dias 30 e 31 de maio, o cruzamento da 14 de Julho com a Maracaju será ocupado por uma ação cultural intitulada Revoada Cultural, em Campo Grande (MS).

Segundo apurado, o projeto é realizado pelo Instituto Imòlé, com R$ 500 mil obtidos por meio de emenda do deputado federal Vander Loubet (PT) — a indicação — via Ministério da Cultura (MinC), no governo do presidente Lula (PT). A prova

Para além da música, o projeto tentará se estabelecer como uma intervenção multilinguagem. Serão oferecidas ao público, gratuitamente, atrações de teatro, dança e literatura.

Conforme o diretor do projeto, Carlos Porto, a iniciativa é um passo fundamental na consolidação de espaços públicos como palcos de direito.

"O projeto Revoada vem para ficar em Campo Grande, para fazer com que as intervenções culturais que lá vão acontecer sejam manifestações de arte. É a cultura em todas as suas vertentes: dança, teatro, literatura, música", pontuou Porto. 

No line-up, a curadoria da Revoada anunciou que vai propor a convivência orgânica entre o samba, o rock, a rima do hip hop e até o sertanejo.

Ainda segundo Carlos Porto, por se tratar de uma ação cultural privada, as atrações artísticas foram selecionadas por meio de convite direto. 

Além de apresentações, haverá no local a instalação de um Feira Cultural, dedicada à gastronomia e ao artesanato local.

NOME JÁ É UTILIZADO

Apesar de ser anunciado como uma novidade para Campo Grande, o nome Revoada Cultural é utilizado desde 2020 no festival Revoada Cultural, realizado pela Organização da Sociedade Civil (OSC) Arte Transformadora.

Em 2025, a organização realizou a 4ª edição do festival — (a prova). A organização está instalada no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro.

A reportagem apurou que, apesar da coincidência, não há qualquer ligação entre a Arte Transformadora e o Instituto Imòlé.

Antes, o instituto aprovou o projeto com o nome "Cultura 24h – Todas as Tribos", que, entretanto, foi modificado. 

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