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Exposições em Brasília abordam memória e arte contemporânea

Além da mostra permanente, com obras do acervo que percorrem a arte moderna e contemporânea brasileira, o espaço reúne três exposições temporárias abertas ao público

Por FERNANDO PRESTES* • 20/03/2026 • 16:16
Imagem principal A exposição "MAB: Você Está Aqui" fica em cartaz até o dia 24 de maio | Foto: SECEC

O Museu de Arte de Brasília (MAB) mantém em cartaz uma programação com diferentes exposições que abordam memória, produção artística contemporânea e questões sociais. Além da mostra permanente, com obras do acervo que percorrem a arte moderna e contemporânea brasileira, o espaço reúne três exposições temporárias abertas ao público.

Uma das mostras em destaque é “Geometria da Memória”, da artista visual e escritora Paula Parisot, em exibição até o fim de junho. O trabalho propõe uma reflexão sobre experiências individuais e coletivas de mulheres, tratando de temas como memória, feminismo e violência de gênero. A iniciativa também inclui ações fora do museu: em parceria com o coletivo Transverso, o projeto leva projeções de obras e textos para espaços públicos da capital, como o Palácio do Planalto e o Museu Nacional da República. As intervenções ainda divulgam o Disque 180, canal nacional voltado ao atendimento de mulheres em situação de violência.

Outra exposição em cartaz é “MAB: Você Está Aqui”, aberta de 18 de março a 24 de maio de 2026. A mostra apresenta a trajetória do museu por meio de documentos, imagens e obras do acervo, destacando mudanças ao longo do tempo, períodos de interrupção das atividades e processos de reestruturação. O conteúdo é baseado na pesquisa da doutora Maíra Guimarães e foi viabilizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC).

A programação inclui ainda “61 + 5: Panorama das Artes Visuais em Brasília”, com curadoria de Cleber Cardoso Xavier. A exposição reúne obras de 17 artistas e apresenta diferentes linguagens e perspectivas da produção local, evidenciando a diversidade das artes visuais na capital.

De acordo com o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, a programação reforça o papel do museu na articulação entre memória, arte contemporânea e debate público. “O Museu de Arte de Brasília cumpre um papel fundamental ao conectar memória, produção contemporânea e reflexão social. Essa programação evidencia a força dos nossos artistas e a importância de políticas públicas que garantam acesso à cultura e incentivem o debate sobre temas relevantes para a sociedade. O MAB é um espaço vivo, em constante transformação, que reafirma o compromisso do Governo do Distrito Federal com a valorização da arte e da diversidade cultural”, afirmou.

Ao reunir exposições com diferentes propostas e períodos, o MAB mantém sua atuação como espaço de difusão cultural e acesso à produção artística, promovendo discussões sobre temas atuais e ampliando o contato do público com a arte.


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