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CULINÁRIA DO FIB

Do pior ao melhor restaurante parceiro do 24º Festival de Inverno de Bonito

Repórter visitou os seis restaurantes credenciados pelo festival e elaborou um ranking com base no atendimento, organização e qualidade das refeições servidas a artistas e equipes técnicas

Por TERO QUEIROZ • 28/08/2025 • 17:41
Imagem principal Seis restaurantes foram credenciados como parceiros para oferecer refeições às equipes técnicas do 24º Festival de Inverno de Bonito (FIB). Fotos: Tero Queiroz

Durante o 24º Festival de Inverno de Bonito (FIB), realizado de 20 a 24 de agosto em Bonito (MS), seis restaurantes foram apresentados como parceiros oficiais da ação artístico-cultural, responsáveis por oferecer refeições à equipe técnica que trabalhou ao longo da programação. São eles: Formoso, Quintal Pantaneiro e Baru (ambos do mesmo proprietário), Bacuri, Marco Velho e Espaço Jack.

O repórter do TeatrineTV visitou todos os locais e elaborou um ranking — do pior ao melhor — com base no atendimento e na qualidade do cardápio oferecido.

6º lugar – Marco Velho

Restaurante foi o pior atendimento do Festival de Inverno de Bonito em 2025. Foto: Tero QueirozRestaurante foi o pior atendimento do Festival de Inverno de Bonito em 2025. Foto: Tero Queiroz

O pior! Apesar do cardápio variado e do atendimento cordial dos garçons, o restaurante foi o ponto mais negativo da lista. O que pesou foi a conduta do proprietário, que tratou o repórter de forma grosseira ao perceber que o pagamento seria feito com o ticket do festival — episódio presenciado por uma conselheira de cultura que o acompanhava. Outro conselheiro relatou ter vivido situação semelhante. A postura hostil anulou qualquer ponto positivo da experiência. Foi, portanto, o pior parceiro do festival em 2025.

5º e 4º lugar – Baru / Quintal Pantaneiro

Baru se negou a servir refeição ao repórter, mas constava como restaurante que forneceria alimentação. Foto: Tero QueirozEmbora constasse como restaurante credenciado para fornecer alimentação, o Baru se recusou a servir refeição ao repórter. Foto: Tero Queiroz

Nem lá, nem cá. Embora o nome do Baru constasse como parceiro oficial, quem efetivamente atendeu foi o Quintal Pantaneiro, ambos do mesmo dono. O self-service é correto, mas em todas as visitas a comida foi servida pouco aquecida. O atendimento é burocrático: sem deslizes graves, mas sem qualquer brilho. A sensação final é de uma experiência inócua.

Quintal Pantaneiro atendeu à demanda de refeições repassada pelo restaurante parceiro do outro lado da rua, mas ofereceu serviço sem destaque. Foto: Tero QueirozQuintal Pantaneiro atendeu à demanda de refeições repassada pelo restaurante parceiro do outro lado da rua, mas ofereceu serviço sem destaque. Foto: Tero Queiroz

3º lugar – Bacuri

Bacuri cometeu falhas graves no atendimento; a qualidade da comida amenizou, em parte, o constrangimento causado pela recusa do ticket de alimentação do Festival. Foto: Tero QueirozBacuri cometeu falhas graves no atendimento; a qualidade da comida amenizou, em parte, o constrangimento causado pela recusa do ticket de alimentação do Festival. Foto: Tero Queiroz

Boa comida, atendimento confuso. Apesar do sabor e da boa apresentação do prato escolhido — uma linguiça tipo Maracaju, servida em porção generosa —, o Bacuri deixou a desejar no atendimento. Logo na chegada, o repórter recebeu um cardápio impresso em folha sulfite, em preto e branco, limitado a seis opções vinculadas ao ticket de alimentação do festival (R$ 50).

Ao questionar sobre outras possibilidades e propor pagar a diferença por um prato fora da restrita lista, a resposta foi positiva. O garçom trouxe então o cardápio completo. No entanto, no momento do pagamento, o voucher não foi aceito, contrariando o combinado, e o valor integral teve que ser pago.

A situação evidenciou falhas de comunicação interna e um serviço desorganizado

2º lugar – Formoso

O restaurante Formoso se destacou pelo atendimento de alta qualidade, mesmo com cardápio restrito. Foto: Tero QueirozO restaurante Formoso se destacou pelo atendimento de alta qualidade, mesmo com cardápio restrito. Foto: Tero Queiroz

É ok! O restaurante se destacou pelo atendimento, considerado um dos mais simpáticos entre os parceiros. O cardápio é simples, restrito a pratos executivos, mas a refeição é bem temperada, e a hospitalidade compensa a falta de variedade.

1º lugar – Espaço Jack

Indiscutivelmente o restaurante que mais se destacou pela qualidade do cardápio e excelência no atendimento. Foto: Tero QueirozIndiscutivelmente o restaurante que mais se destacou pela qualidade do cardápio e excelência no atendimento. Foto: Tero Queiroz

O melhor! Destaque absoluto desta edição do festival, o Espaço Jack ofereceu uma experiência superior em todos os aspectos: ambiente familiar, atendimento atencioso, comida saborosa e, como diferencial, um menu de sobremesas gratuitas que conquistou o público. Durante o festival, foi um dos restaurantes mais procurados, refletindo a qualidade percebida por quem passou por lá.

Em todas as visitas, a reportagem se apresentou como público comum do festival, sem revelar previamente que realizava uma avaliação dos estabelecimentos.

O ranking serve como alerta tanto para os organizadores do Festival de Inverno de Bonito quanto para os estabelecimentos parceiros: fazer parte da programação oficial não basta. É necessário acolher bem, oferecer um serviço de qualidade e compreender que a experiência do festival também se prolonga à mesa.


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Tags: 24º Festival de Inverno de, Bacuri, Baru, Espaço Jack, Formoso, Marco Velho, parceiros oficiais, Quintal Pantaneiro, restaurantes, ticket do festival

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