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PROCURANDO SINAL

Museu do Game desperta nostalgia e conecta pais e filhos na Capital de MS

Ação artístico-cultural é realizada até 1° de janeiro no Shopping Bosque dos Ipês

Por FERNANDO PRESTES* • 15/01/2026 • 16:35
Imagem principal Jovem jogando VR no Museu do Video Game Itinerante no Shopping Bosque dos Ipês | Foto: Tero Queiroz

O Museu do Videogame Itinerante voltou à capital sul-mato-grossense comemorando seus 15 anos na edição com abertura realizada no dia 10 de janeiro no Shopping Bosque dos Ipês, com a permanência das atividades até o dia 1º de fevereiro.

O Procurando Sinal — quadro de entrevistas do TeatrineTV para internet — esteve nos primeiros dias no Museu do Videogame Itinerante, que contou com a presença de grande público.

À reportagem, Leonardo, que compareceu à exposição com a família, disse estar aproveitando as férias. “Porque eu sou motorista e fico meio afastado. Daí quando eu tô em casa, eu quero estar junto com ele [seu filho] e com minha esposa. Direto quando eu tô em casa eu jogo com ele também, aí vim aqui hoje prestigiar o evento”, contou.

Segundo Leonardo, o filho achou diferente o controle e os gráficos do videogame. “Games de antigamente, o Nintendo, o toca-fita, o 64 [Nintendo] ali também, que eu mostrei pra ele, ele não sabia o que era. Ele me disse que achou um pouco diferente o controle, eu falei: é da época do pai!”, exclamou.

A professora de matemática Leila, de 41 anos, contou sua experiência. “Tava passeando aqui no shopping com o meu filho e ele queria vir jogar e eu disse: não, vamos embora, eu tô cansada já. Mas quando eu vi isso aqui, esse joguinho aqui da Vega, do Sonic, eu recordei de quando eu tinha 16 anos e eu nunca pude ter um videogame, mas aí meu sobrinho ganhou e tinha esse jogo. Então eu trocava com a minha irmã e eu dizia para ela: Olha, se eu limpar a casa para você, você deixa eu jogar algumas horas? E assim que eu aprendi a jogar um pouquinho esse jogo do Sonic”.

Leila revelou ainda o impacto emocional de reencontrar os jogos antigos. “Me recorda aquela nostalgia da infância. E quando eu vi aqui, eu falei para o meu esposo: não! Eu preciso jogar pelo menos um pouquinho! E quem ainda não veio aqui, vem, porque vale a pena recordar um pouco da nossa infância”, concluiu.

Assista à cobertura em vídeo no Instagram @TeatrineTV e veja a cobertura fotográfica na galeria abaixo: 

ESTAGIÁRIO FERNANDO PRESTES SOB A SUPERVISÃO DO REDATOR TERO QUEIROZ*

 


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